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Lojas Viggo   Clippings   23.02.2017



VALOR ECONÔMICO
Rede de herdeiros da Riachuelo terá lojas em São Paulo




Há 12 anos, os irmãos Diogo Oliveira, de 34 anos, Pablo Oliveira, 40 anos, e Thiago Oliveira, 37 anos, deixaram o Grupo Guararapes para fundar a Viggo, marca nordestina de calçados masculinos de couro. Sobrinhos do atual presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, e netos de Nevaldo Rocha, um dos fundadores do Grupo Guararapes, os empreendedores dão início à expansão da marca para a região Sudeste, com abertura de 20 lojas de franquia até 2020, chegando a um total de 26 lojas.

Diogo Oliveira, sócio e diretor de marketing e expansão da Viggo, disse que neste ano a companhia vai abrir quatro lojas de franquia e espera, com isso, atingir um crescimento em receita entre 5% e 8% em relação a 2016. No ano passado, a Viggo teve aumento real em receita de 4%, chegando a R$ 10,5 milhões.

De acordo com dados da Iemi Inteligência de Mercado, o mercado de calçados masculinos no país encolheu 8,3% em 2016, para 115,6 milhões de pares.

A Viggo desenvolve suas próprias coleções de calçados, que são produzidas de forma terceirizada por 13 fabricantes, localizados em Franca (SP) e levam o mesmo nome da loja. A empresa compete com redes de calçados masculinos como Sergio’s, Di Pollini e CNS, atendendo um público de 20 a 45 anos, em média. Por ano, a Viggo vende aproximadamente 50 mil pares de calçados. Os preços giram em torno de R$ 207 o par.

A marca começou a operação com uma loja em 2005, localizada no shopping Midway Mall – pertencente ao Grupo Guararapes -, em Natal. “Na época, havia uma carência de sapatênis no mercado de Natal e foi uma área em que a marca começou com um apelo forte. Hoje essa linha ainda é forte, mas a marca também oferece sapatos, tênis e sandálias para o público masculino”, afirmou Oliveira.

A segunda loja foi inaugurada no ano seguinte, no Recife, no Shopping Guararapes, em 2006. Em 2007, a empresa abriu mais duas lojas, em Recife e João Pessoa; em 2013, abriu mais duas, em Recife e Natal. Em 2015, a empresa recebeu o certificado da Associação Brasileira de Franchising (ABF) para abrir franquias.

No ano passado, a companhia mudou a área de marketing de Natal para São Paulo e contratou a consultoria ba}Stockler para desenvolver o projeto de franquias e ajudar no processo de busca de empreendedores. Guilherme Siriani Júnior, sócio-diretor da ba}Stockler, disse que já negocia com quatro empreendedores a abertura de lojas, em São Paulo, Salvador e Aracaju.

“O plano de expansão é conservador, com abertura de quatro lojas neste ano, para garantir que as novas unidades tenham o mesmo êxito das lojas próprias”, disse Siriani. As lojas, de 40 a 50 metros quadrados de área, demandam investimento de R$ 300 mil a R$ 400 mil sem incluir o aluguel do espaço. O prazo estimado de retorno do investimento é de três anos.

Oliveira disse que o cenário macroeconômico ainda é difícil, mas há sinais de que a economia brasileira terá alguma melhora em relação a 2016. “Tenho certeza de que este ano será bom”, afirmou.

Leia a matéria do Valor Econômico na íntegra.



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